Forget the sci-fi approach, Little Joe is a motherhood tale

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On the verge of unprecedented success, workaholic plant breeder Alice (Emily Beecham) spirals into paranoia once her anti-depressant plant starts to provoke sinister side effects. Little Joe slowly builds Alice’s own twisted version of Sophie’s Choice once the plant begins to threaten her relationship with teenage son Joe (Kit Connor).

The film’s take on motherhood and procreation is its most interesting facet. By making her plant sterile, Alice appears to go against nature’s primal rule. “The ability to reproduce is what gives every living being meaning”, says one of her co-workers when questioning the reasoning behind the odd choice. Here, amidst talks of genetic engineering and state of the art science techniques, the discussion between two women veers into a sheer primitive topic, one that seems to incite instant controversy when debated by females, creatures socially designed for motherhood.

(Festival do Rio 2015) The Lobster

Se tem uma palavra que não pode descrever Yorgos Lanthimos é convencional. Conhecido por levar aos limites as mais complicadas convenções sociais, o diretor grego sai do cinema independente da terra Natal rumo à estreia em Hollywood com o não menos controverso The Lobster, uma estória – distorcida – de amor.

Em um futuro distópico não situado cronologicamente, os seres humanos são forçados a viver em casais. Aqueles incapazes de encontrar um parceiro em sociedade, são encaminhados para um hotel onde, com a assistência de um grupo de funcionários e regras extremamente rígidos, convivem com outros solteiros por um determinado tempo à espera de encontrar um par adequado. Para que esses pares se formem, é necessário que duas pessoas compartilhem uma característica em especial, como sangramentos nasais espontâneos ou miopia. Aqueles que, ao final de um período específico não encontrarem um par, são transformados em um animal de sua escolha.