Jon S. Baird and the importance of the final scene

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At first glance, there are not many similarities between the last two features directed by Scottish filmmaker Jon S. Baird. Whilst 2013’s adaptation of Irvine Welsh’s Filth thrives on its ability to turn one’s stomach, 2018’s biopic Stan and Ollie is a sweet ode to the iconic duo Laurel and Hardy.

Their one – and strongest – similarity is the beauty of their final scenes. Baird skillfully approaches the concept of finality in two drastically different but equally effective ways. The final moments of Filth see Bruce “Robbo” Robertson about to end his life. Seconds before he lets go of his body towards hanging from the ceiling, he spots a glimpse of a new future in the shape of the silhouette of a woman whose deceased husband he tried to save. Her shadow, accompanied by her infant son, disappears from the semi-transparent doors as we all see Bruce’s neck snap, suddenly ending his twisted, painful existence. The lesson here could not be any clearer: there are no happy endings and love is a bittersweet illusion, not salvation.

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On The Basis of Sex

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  • Original title: On The Basis of Sex
  • Director: Mimi Leder
  • Release year: 2018
  • Original language: English

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Unarguably one the most important figures when it comes to gender equality and women’s rights, US Supreme Court Justice Ruth Bader Ginsberg’s has been part of popular American culture for years (she is widely known by youngsters on social media as “Notorious RBG”). Mimi Leder’s new feature, On The Basis of Sex explores the early days of Ginsberg’s career and fight against gender discrimination.

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The Post – A Guerra Secreta

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  • Ano de Lançamento: 2017
  • País: Estados Unidos
  • Língua: Inglês
  • Título Original: The Post
  • Diretor: Steven Spielberg
  • Avaliação: A arbez

Quando o The New York Times publicou o que eles intitularam Pentagon Papers, ou Papéis do Pentágono, foi aberta uma caixa de Pandora que terminou por derrubar o presidente dos Estados Unidos. Obviamente, após a publicação inicial, o Times foi banido de difundir qualquer material adicional sobre o dossiê, abrindo a janela para que outro jornal assumisse a perigosa responsabilidade de continuar a publicação do caso. O jornal responsável por fazê-lo foi o The Washington Post, que, ao tomar a decisão de continuar a publicar sobre os Papéis do Pentágono, colocou todas as sua fichas em uma aposta que poderia tê-lo arruinado, mas, ao contrário, o elevou ao patamar de grandes como o próprio The New York Times.

A história por si só já é icônica, mas ganha uma importância ainda maior quando sabemos que quem comandava o jornal na época era Kay Graham, viúva de Phil Graham, até então proprietário do Post. Como bem se sabe, naquela época, raras eram as mulheres em posições de poder e foi Kay quem teve a coragem de permitir a publicação do dossiê e levar o Post ao topo.

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Mudbound: Lágrimas Sobre o Mississipi

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  • Ano de Lançamento: 2017
  • País: Estados Unidos
  • Língua: Inglês
  • Título Original: Mudbound
  • Diretor: Dee Rees
  • Avaliação: Pega a estatueta

Dois jovens voltam da Segunda Guerra Mundial e precisam se readaptar à vida fora do campo de batalha. Entre eles, um grande abismo: Jamie (Garrett Hedlundé irmão do dono da fazenda onde trabalha a família de Ronsel (Jason Mitchell). Um, branco e abastado, o outro, negro e vivendo uma luta diária contra a esmagadora opressão gerada pelo racismo no Sul dos Estados Unidos da época. Mudbound: Lágrimas Sobre o Mississipi narra a história da amizade improvável entre os dois e as consequências dessa relação.

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The Square: A Arte da Discórdia

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  • Ano de Lançamento: 2017
  • País: Suécia
  • Língua: Sueco/Inglês
  • Título Original: The Square
  • Diretor:  Ruben Östlund
  • Avaliação: A arbez

Ao questionar uma jovem repórter americana sobre o que é arte, Christian (Claes Bang), curador-chefe de um importante museu de arte moderna em Estocolmo, dá o pontapé inicial em The Square, filme do diretor e roteirista sueco Ruben Östlund, vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes 2017 e indicado ao Oscar 2018 na categoria de Melhor Filme Estrangeiro.

O filme é pretensioso e entrega menos do que promete. Östlund age como um chef de cozinha inábil, que tenta disfarçar o gosto insosso do que serve com pitadas de temperos arbitrários, a fim de mascarar a falta de destreza. No entanto, um cliente com paladar apurado logo percebe a falcatrua, assim como um espectador atento.

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