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Personal Shopper

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Maureen (Kristen Stewart) vive em Paris e divide seu tempo entre o trabalho de personal shopper, servindo a uma jovem fashionista e suas habilidades como médium, quase inteiramente focadas em estabelecer contato com o irmão que faleceu recentemente. Ao começar a receber mensagens de um desconhecido, embarca em um thriller psicológico com desdobramentos envolvendo tanto sua vida profissional quanto pessoal.

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Uma Família de Dois

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Em um deque de resort, em um dia ensolarado típico do verão no Sul da França, Samuel (Omar Syse vê sozinho com um bebê de três meses deixado por uma moça com quem havia passado uma noite da qual mal se lembrava. Com o intuito de buscar a mãe do bebê, Samuel deixa para trás a vida de festas e mulheres que tinha na França e segue rumo a Londres. Sem sucesso, o pai passa a criar a menina Gloria (Gloria Colston) em terras Londrinas. É esta a trama central de Uma Família de Dois, filme francês dirigido por Hugo Gélin.

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Quando Te Conheci

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  • Ano de Lançamento: 2016
  • País: Estados Unidos
  • Língua: Inglês
  • Título Original: Equals
  • Diretor: Drake Doremus
  • Avaliação: Qual era mesmo?
  • Disponível na Netflix

Em um futuro distópico, sentir é considerado uma doença. Todas as emoções de caráter humano foram reprimidas por uma série de medicamentos e modificações genéticas feitas aos habitantes de um mundo pós-guerra. A grande maioria da população do planeta foi devastada, deixando para trás somente um pedaço de terra povoado por quase robôs. Aqueles que começam a apresentar reações emocionais são diagnosticados com uma doença de nome S.O.S. e obrigados a tomar inibidores. O destino final dos doentes é a internação em uma clínica de tratamento cuja última fase é a execução. Muitos, no entanto, se suicidam antes mesmo de serem internados. Nessa sociedade futurística, ver alguém se jogar pela janela antes das dez da manhã é recebido sem o menor pingo de empatia.

Ao perceber que apresenta sintomas, Silas (Nicholas Hoult) decide ir até o ‘posto de saúde’ mais próximo e iniciar o tratamento. Sua rotina se torna mais complicada ao perceber que os sentimentos que possui pela colega de trabalho, Nia (Kristen Stewart), são recíprocos. Juntos, descobrem os prazeres de se apaixonar, experimentam o toque, um entrelaçar de dedos e olhares pelos corredores até iniciarem, de fato, os encontros escondidos que se tornam rotina para os dois.

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Trainspotting 2

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A juventude é desperdiçada nos jovens, já dizia o ditado. Quanto mais jovens, mais temos a impressão de que nossos atos não terão consequências a serem sentidas pelas versões mais velhas de nós mesmos, uma vez que estas são sombras pairando ao longe, onde os olhos ainda não podem enxergar. Acreditamos que temos todo o tempo do mundo para fazer as escolhas mais idiotas ao nosso alcance, viver enquanto somos jovens, como diz um outro ditado. Trainspotting, de Danny Boyle, é uma obra prima quando se pensa no retrato da juventude. Pelas ruas de Edimburgo, amigos de infância picam as veias saltadas com seringas entupidas de heroína de qualidade duvidosa. Levados pela adrenalina, cometem pequenos delitos, sempre em busca de juntar mais uns trocados e – consequentemente – voltar ao quarto sujo onde encontram suas agulhas.

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La La Land: Cantando Estações

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Não se deixe enganar pelos primeiros cinco minutos: La La Land não se trata de um filme sobre Tracy Turnblad e Link Larkin, prometo. O novo filme do diretor Damien Chazelle, de Whiplash, segue Mia (Emma Stone) e Sebastian (Ryan Gosling), dois artistas – ela atriz, ele músico – em busca da grande chance em Hollywood. Enquanto Mia tenta a sorte em testes sem fim em estúdios, Sebastian sonha com o dia em que abrirá um clube de Jazz capaz de ressuscitar o ritmo em declínio enquanto ganha o pão como pianista em restaurantes medíocres.

A química de Stone e Gosling é palpável. Juntos, fazem muito do pouco. La La Land não é um filme de personagens e não tem essa ambição. O casal de protagonistas lapida dois papéis rasos e os transforma em adoráveis representações genéricas de qualidade pouco vista em grandes filmes recentes. Stone é irretocável. Quando em tela, não há como desviar o olhar. A atriz faz dos momentos amenos o alívio cômico necessário para entregar o espectador de bandeja para os pontos mais tensos, que domina com tanto talento quanto os anteriores. É tiro certo.

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